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A aprovação de um loteamento no Mato Grosso do Sul depende diretamente de um conjunto de estudos, projetos e diagnósticos realizados pela engenharia ambiental MS.
Sem essa base técnica, o projeto pode atrasar, receber exigências do IMASUL ou até ser considerado inviável.

A seguir, a Ethos Consultoria Ambiental apresenta tudo o que um loteamento precisa para ser aprovado — desde a viabilidade até a emissão da Licença de Operação (LO).

Por que a engenharia ambiental é decisiva para loteamentos no MS

No MS, loteamentos passam obrigatoriamente pelo IMASUL quando apresentam qualquer potencial de impacto ambiental.
É a engenharia ambiental que:

  • identifica APPs, nascentes, veredas e áreas sensíveis;
  • define a viabilidade ambiental e locacional;
  • mapeia o terreno com drone e RTK;
  • elabora diagnósticos ambientais completos;
  • projeta medidas de drenagem e mitigação;
  • orienta ajustes no urbanismo para evitar conflito com o órgão ambiental;
  • prepara toda a documentação para LP, LI e LO.

Sem esses elementos, o processo trava.

1. Viabilidade ambiental e locacional: o primeiro filtro do IMASUL

Antes de qualquer coisa, a equipe de engenharia ambiental MS precisa analisar se o terreno é ambientalmente viável. O IMASUL avalia:

  • existência de APPs e sua metragem legal;
  • proximidade de nascentes, córregos e veredas;
  • topografia e risco de erosão;
  • vegetação nativa e presença de árvores protegidas;
  • se já existe passivo ambiental na área;
  • compatibilidade com o plano diretor municipal.

Esse estudo inicial é chamado de Estudo Prévio de Viabilidade Ambiental (EPVA) — e evita a compra de terrenos inviáveis.

2. Drone e RTK: mapeamento preciso exigido pelo IMASUL

A engenharia ambiental MS utiliza tecnologias como:

  • Drone com câmera de alta resolução (geração de ortomosaicos);
  • RTK (levantamento topográfico centimétrico);
  • Geoprocessamento (SIG) para cruzamento de dados ambientais e urbanos.

Esses dados são fundamentais para:

  • delimitar APP com precisão;
  • calcular áreas de preservação x áreas aproveitáveis;
  • gerar curvas de nível confiáveis;
  • projetar drenagem corretamente.

Sem essa etapa, o IMASUL normalmente devolve o processo com exigências.

3. Diagnóstico ambiental completo

O diagnóstico ambiental é o documento central para análise da LP (Licença Prévia).
Ele contempla:

  • caracterização físico-ambiental do terreno;
  • hidrologia (drenagem natural, declividade, risco de assoreamento);
  • vegetação nativa, espécies protegidas, árvores isoladas;
  • fauna e possíveis corredores ecológicos;
  • uso e ocupação do solo;
  • histórico de impactos e passivos ambientais.

É a partir desse documento que o IMASUL define condicionantes e aprova a LP.

4. Inventário arbóreo e autorização de corte

O inventário arbóreo identifica todas as árvores na área da obra, sua espécie, CAP, estado fitossanitário e risco.
O IMASUL exige inventário para:

  • autorizar corte;
  • calcular compensações;
  • definir transplantes;
  • verificar espécies protegidas.

Em loteamentos com muitas árvores, essa etapa impacta diretamente prazo e custo.

5. Projetos ambientais exigidos pelo IMASUL

Após a LP, o órgão pede uma série de projetos para emitir a Licença de Instalação (LI):

  • Projeto de drenagem pluvial (muito cobrado no MS);
  • Projeto de controle de erosão e sedimentação;
  • Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção;
  • Plano de supressão vegetal;
  • PRAD (se houver passivo);
  • detalhamento do projeto urbanístico final.

6. Licença de Operação (LO): o fechamento do processo

Após as obras, a engenharia ambiental MS precisa comprovar que todas as condicionantes foram executadas:

  • drenagem concluída;
  • calçadas verdes e áreas de APP preservadas;
  • compensações executadas;
  • plantio de mudas quando exigido;
  • práticas de mitigação implantadas;
  • relatórios fotográficos e técnicos.

Somente então o IMASUL libera a operação do loteamento.

Erros que atrapalham a aprovação de loteamentos no IMASUL

  • comprar terreno sem análise ambiental prévia;
  • projetar ruas ou lotes dentro de APP;
  • não identificar nascente ou vereda;
  • usar topografia sem RTK;
  • inventário arbóreo incompleto;
  • não apresentar drenagem corretamente;
  • iniciar obras sem LI.

A engenharia ambiental MS evita esses erros e reduz atrasos.

Como a Ethos garante aprovação mais rápida no IMASUL

Com equipe técnica especializada, a Ethos oferece:

  • Estudo Prévio de Viabilidade Ambiental (EPVA);
  • drone + RTK + geoprocessamento;
  • diagnóstico ambiental completo;
  • inventário arbóreo;
  • projetos de drenagem e erosão;
  • PRAD e recuperação de APP;
  • gestão documental com o IMASUL;
  • acompanhamento até a LP, LI e LO.

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